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Decomposição em planta no Polo Petroquímico

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Decomposição em reatores de polietileno é um processo de extremo risco que necessita uma proteção a nível SIL3, isto é, altíssima confiabilidade para que o risco esteja em níveis aceitáveis. O problema é que a frequência, quase que anual como vem acontecendo a muitos anos, mostra que, em algum momento, poderá acontecer a falha da proteção levando a uma catástrofe. A tecnologia para identificar, quantificar e proteger adequadamente o risco já está disponível,mas parece que alguns profissionais tomam o risco da empresa para si e os administram como se estivessem administrando o seu orçamento familiar. O acidente de Bhopal esteve nas mãos de um diretor da Union Carbide por anos para resolver o problema e não o fez, o acidente de Mariana esteve nas mãos de um gerente por meses e não o fez. São pessoas que cometem acidentes e não empresas. A Braskem deveria repensar o nível de tomada de decisão na segurança de processo, pois poderá custar muito caro logo ali. Deixo uma simples pergunta, mas que marca muito quem analisa segurança de processo: Será que os gerentes que estão decidindo os investimentos em segurança de processo desta planta colocariam seus filhos para trabalharem próximos deste reator?

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