Acidentes ocorridos na Usiminas e Refinaria de Paulínia

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Quando ocorrem estas explosões é só o o pico do iceberg, pois já devem ter existidos inúmeros pequenos alarmes, quase acidentes e primeiros socorros que avisaram os funcionários e o gerenciamento das empresas que as coisas, na área de segurança de processo, não estavam bem. Só tenho a lamentar porque esta roda já está inventada, isto é, um Hazop com cenário SIL bem implementado e um programa de treinamento das pessoas para observar possíveis problemas comportamentais e estruturais colocaria o risco muito próximo de zero. Dificilmente na vida de produção destas empresas passariam por cenários críticos como estes e só não foram catastróficos por pura sorte. O que mais tem que acontecer para estas empresas acordarem? Se estes gerentes tivessem um filho no ambiente de produção destas empresas, eles iriam tratar a segurança de processo desta maneira?