Hazop implantado na GS Inima

É com muita satisfação que comunicamos o trabalho de implantação do Hazop com cenário SIL na GS Inima. Agradecemos a oportunidade dada pela liderança da empresa e pela dedicação de toda equipe de Hazop.
A SafeIn e Haloma inovaram e implantaram o Hazop como processo de trabalho desenvolvendo a líder (Francine Flores) e toda equipe nos fundamentos da análise de risco.

A implantação do Hazop como processo de trabalho em uma organização deve conter as seguintes etapas:
1) Organização do Hazop
Definição da equipe – Importante que o eng. de processo, eng. mecânico operadores e mantenedores estejam presentes. Para cada integrante definido, devemos ter um substituto. O líder, normalmente, é o eng. de processo.
Definição dos nós – Definitivo passo para tornar as sessões mais efetivas e permite que as pessoas entendam o processo. Normalmente são as operações unitárias envolvidas nos P&ID ou PFD’S da unidade produtiva.
Descritivo de Processo – Descritivo de como a unidade está operando no momento.
Definição das datas das sessões e comunicação aos integrantes.
2) Sessões de Hazop – Onde são conhecidos e expostos todos os fenômenos de processo responsáveis pelas perdas de contenção e problemas operacionais (vácuo, sobrepressão, reações de decomposição, geração de eletricidade estática, corrosão, golpe de aríete, pressão hidráulica, explosões e incêndios…). Neste ponto são definidos todas as possibilidades de perda de contenção e são quantificadas. Todos os problemas operacionais são identificados e anotados para melhorias.
3) Definição das malhas de proteção – Definida pelo DOC.SIL, o qual tem a função de implantação da malha e posteriormente a manutenção da mesma.

Foram definidas 90 malhas de proteção e muitos projetos de melhoria do operability. Temos plena convicção que a GS Inima, a partir de agora, irá poder andar com suas próprias pernas na segurança de processo e fazer do seu ambiente de trabalho um local seguro e de prosperidade.